CRM-SP 207304 • RQE 101292 • 125156

RQE: 101292

“Dra, eu sou diabético, o que eu posso comer?” (parte 3 – resumo)

Conforme prometido, tínhamos combinado um resumo das principais orientações nutricionais, certo?! Antes, vou deixar as principais orientações gerais: “> Fornecer tratamento de controle de peso com base em nutrição, atividade física e terapia comportamental para todas as pessoas com sobrepeso ou obesidade, visando perda de peso de pelo menos 3–7%. > Para prevenção e controle do diabetes em pessoas com pré-diabetes ou diabetes, recomende planos de refeições individualizados que levem em consideração a qualidade dos nutrientes, o total de calorias e as metas metabólicas, pois os dados não dão suporte a um padrão específico de macronutrientes. > Os padrões alimentares devem enfatizar os princípios nutricionais essenciais (inclusão de vegetais sem amido, frutas inteiras, legumes, proteínas magras, grãos integrais, nozes e sementes, e laticínios com baixo teor de gordura ou alternativas não lácteas) e minimizar o consumo de carne vermelha, bebidas adoçadas com açúcar, doces, grãos refinados, alimentos processados ​​e ultraprocessados ​​em pessoas com pré-diabetes e diabetes. > Considere reduzir a ingestão geral de carboidratos para adultos com diabetes para melhorar a glicemia, pois essa abordagem pode ser aplicada a uma variedade de padrões alimentares que atendem às necessidades e preferências individuais.  > Os profissionais de saúde devem perguntar sobre a ingestão de suplementos alimentares e aconselhar conforme necessário. A suplementação com micronutrientes (por exemplo, vitaminas e minerais, como magnésio ou cromo) ou ervas ou especiarias (por exemplo, canela e aloe vera) para benefícios glicêmicos não é recomendada. > Aconselhe contra a suplementação de β-caroteno, pois há evidências de danos para certos indivíduos e não confere nenhum benefício. > Aconselhe adultos com diabetes e aqueles em risco de diabetes que consomem álcool a não exceder os limites diários recomendados. > Aconselhe as pessoas com diabetes a limitar o consumo de sódio a <2.300 mg/dia, conforme clinicamente apropriado, e que a melhor maneira de conseguir isso é limitando o consumo de alimentos processados. > Aconselhe pessoas com pré-diabetes e diabetes que água é recomendada em vez de bebidas adoçadas nutritivas e não nutritivas. Aconselhe pessoas com diabetes e aquelas em risco de diabetes que adoçantes não nutritivos podem ser usados ​​em vez de produtos adoçados com açúcar se consumidos com moderação e a curto prazo para reduzir a ingestão geral de calorias e carboidratos. Rastrear pessoas com diabetes e aquelas em risco de diabetes para desnutrição, especialmente aquelas que passaram por cirurgia metabólica e aquelas que estão sendo tratadas com terapias farmacológicas para perda de peso. “ E aqui são os comportamentos nutricionais para incentivar:   • Vegetais — especialmente vegetais sem amido, de cor verde-escura, vermelha e laranja; frescos, congelados ou enlatados com baixo teor de sódio são opções de vegetais aceitáveis.  • Leguminosas — feijões secos, ervilhas e lentilhas.  • Frutas — especialmente frutas inteiras — frescas, congeladas ou enlatadas em suco próprio (ou sem adição de açúcar) são todas opções de frutas aceitáveis.  • Alimentos integrais — quando culturalmente apropriado, versões integrais de alimentos comumente consumidos, como pães ou massas 100% integrais e arroz integral. Quando não for culturalmente apropriado, concentre-se mais no controle das porções.  • Alimentos com pelo menos 3 g de fibras por porção, o que geralmente indica um alimento mais rico em fibras.  • A água deve ser a principal bebida de escolha.  • Para indivíduos que não preferem água pura, alternativas sem calorias são a próxima melhor escolha. As opções incluem adicionar fatias de limão, lima ou pepino à água; água com gás sem calorias ou águas saborizadas sem calorias; bebidas carbonatadas sem calorias, etc.  • Proteínas de origem vegetal podem incluir leguminosas (por exemplo, soja, feijão-fradinho, feijão-preto, grão-de-bico, ervilhas secas e lentilhas), nozes e sementes.  • Carnes e aves devem ser frescas, congeladas ou enlatadas com baixo teor de sódio e em formas magras (por exemplo, peito de frango e peru moído).  • Peixes gordurosos selvagens saudáveis ​​para o coração, como salmão, atum, sardinha e cavala. Frescos, congelados ou enlatados com baixo teor de sódio são todas opções aceitáveis.  • Use ervas (por exemplo, manjericão, erva-doce, hortelã, salsa, alecrim e tomilho) e especiarias (por exemplo, canela, garam masala, gengibre, pimenta e açafrão) para temperar alimentos em vez de sal ou preparações que contenham sal.  • Incorpore cebola, alho, aipo, cenoura e outros vegetais como base para preparar vários alimentos caseiros.  • Cozinhe com óleo vegetal (por exemplo, canola e azeite) no lugar de gorduras ricas em gordura saturada (por exemplo, manteiga, gordura vegetal, banha de porco e óleo de coco).  • Prepare as refeições planejando as refeições da semana, fazendo compras de supermercado com uma lista e cozinhando em um dia de folga para que haja refeições caseiras prontas para comer e reaquecer esperando na geladeira ou no freezer.  • Inclua a família ou colegas de quarto na preparação das refeições; divida as responsabilidades de fazer compras e cozinhar.  E aí, o que acharam? Já dá pra salvar como colinha, né?! Lembre-se: o diabetes é uma condição séria, mas com acompanhamento médico adequado, é possível mantê-lo bem controlado, prevenindo complicações a curto, médio e longo prazo. Em alguns casos, é possível até alcançar a remissão da doença. Conte com um bom nutrólogo ao seu lado nessa jornada. (disponível: https://doi.org/10.2337/dc25-S005) #nutrologiadeverdade #nutrologabauru #nutrologalaranjal #NutrologoBauru #NutrologoLaranjal #alimentaçãosaudável #alimentaçãoequilibrada

“Dra, eu sou diabético, o que eu posso comer?” (parte 2)

Como disse, continuaremos o tema sobre diabetes e alimentação, mas agora dividiremos em tópicos de macronutrientes, micronutrientes e outros, começando pelo:  > Carboidratos:  Estudos não são conclusivos sobre a quantidade ideal de ingestão de carboidratos para pessoas com diabetes. Contudo, o monitoramento da ingestão de carboidratos é essencial para o controle glicêmico em diabetes tipo 1 e tipo 2. Dieta com baixo ou muito baixo teor de carboidratos pode reduzir a hemoglobina glicada (HbA1c) e diminuir a necessidade de medicamentos em diabetes tipo 2, principalmente a curto prazo. Porém, os resultados são menos consistentes a longo prazo e algumas dietas, como a cetogênica, podem aumentar o colesterol LDL sem melhorar significativamente a HbA1c quando comparadas à dieta mediterrânea com baixo carboidrato. É importante destacar que planos alimentares com muito baixo teor de carboidratos devem ser supervisionados por profissionais de saúde, especialmente em indivíduos com uso de insulina ou outras medicações como inibidores de SGLT2, e não são recomendados para grávidas, lactantes, crianças, pessoas com doença renal ou transtornos alimentares. Independentemente da quantidade de carboidratos, recomenda-se focar em carboidratos de alta qualidade, ricos em fibras e minimamente processados. A ingestão adequada de fibras (mínimo de 14g/1.000 kcal) está associada à menor mortalidade e risco de diabetes tipo 2. Por fim, o uso do índice glicêmico e carga glicêmica como ferramenta é complexo, com resultados variados. Contudo, dietas ricas em fibras e alimentos de baixo índice glicêmico são recomendadas. > Proteínas:  Não há evidências conclusivas de que ajustar a ingestão diária de proteína acima ou abaixo das recomendações gerais (0,8–1,5 g/kg de peso corporal/dia ou 15–20% das calorias totais) melhore o controle glicêmico ou reduza o risco cardiovascular. Contudo, ingestões ligeiramente mais altas de proteína (20–30%) podem favorecer o controle do diabetes tipo 2 por promover maior saciedade. A restrição proteica para indivíduos com doença renal crônica (DRC) relacionada ao diabetes não é recomendada abaixo de 0,8 g/kg, pois pode aumentar o risco de desnutrição sem beneficiar o controle glicêmico ou cardiovascular. A substituição de proteínas animais por vegetais é associada a menor risco de mortalidade cardiovascular e por todas as causas, com pequenas melhorias na HbA1c e glicemia de jejum. Proteínas vegetais são mais ricas em fibras e pobres em gorduras saturadas. > Gorduras:  Não há uma porcentagem ideal de calorias provenientes de gordura para pessoas com diabetes. O tipo de gordura é mais relevante que a quantidade total para o controle glicêmico e o risco cardiovascular. É recomendado limitar o consumo de gorduras saturadas e evitar gorduras trans. O padrão alimentar mediterrâneo, rico em azeite de oliva, frutas, vegetais, grãos integrais e oleaginosas, mostrou benefícios no controle glicêmico e melhora do perfil lipídico. A substituição de gorduras saturadas por gorduras poliinsaturadas ou monoinsaturadas, e não por carboidratos refinados, é benéfica para a saúde cardiovascular. Suplementos de ácidos graxos ômega-3 não mostraram benefícios claros para o controle glicêmico. > Sódio: O consumo de sódio deve ser limitado a menos de 2.300 mg/dia, pois sua ingestão pode interferir no metabolismo da glicose e afetar a função renal. A principal fonte de sódio na dieta são os alimentos processados e ultraprocessados, cujo consumo deve ser evitado. > Micronutrientes e outros suplementos: O uso de suplementos alimentares é comum entre pessoas com diabetes, embora não haja evidências de benefícios sem deficiências específicas. Suplementos antioxidantes, como vitaminas E e C, não são recomendados, e o β-caroteno pode aumentar o risco de câncer de pulmão e mortalidade cardiovascular. A suplementação universal de vitamina D não é indicada sem deficiência comprovada. Além disso, não existem evidências suficientes para justificar o uso rotineiro de ervas e micronutrientes, como canela, curcumina, aloe vera e cromo, para controle glicêmico. No caso da metformina, é importante monitorar os níveis de vitamina B12 em pacientes com anemia ou neuropatia periférica. Multivitamínicos podem ser necessários para grupos específicos, como gestantes, idosos e vegetarianos.  Na próxima postagem faremos um compilado das principais orientações nutricionais!  Lembre-se: o diabetes é uma condição séria, mas com acompanhamento médico adequado, é possível mantê-lo bem controlado, prevenindo complicações a curto, médio e longo prazo. Em alguns casos, é possível até alcançar a remissão da doença. Conte com um bom nutrólogo ao seu lado nessa jornada. (disponível: https://doi.org/10.2337/dc25-S005) #nutrologiadeverdade #nutrologabauru #nutrologalaranjal #NutrologoBauru #NutrologoLaranjal #alimentaçãosaudável #alimentaçãoequilibrada

“Dra, eu sou diabético, o que eu posso comer?” (parte 1)

Isso é muito comum, mas essa pergunta é mais fácil de ser respondida do que vocês imaginam. A alimentação no paciente diabético deve manter, assim como de todo mundo, um padrão saudável, que seria sem excessos calóricos, evitando o consumo de ultraprocessados, rica em folhas, vegetais e frutas, priorizando alimentos in natura e com consumo reduzido de açúcares. Como um extra, recomenda-se priorizar vegetais não ricos em amido e preferir o consumo de frutas inteiras. Para continuar esse texto, eu vou utilizar de base um documento da ADA (American Diabetes Association), que se chama “Facilitando comportamentos positivos de saúde e bem-estar para melhorar os resultados de saúde: Padrões de cuidados em diabetes — 2025”. A ADA enfatiza que não existe uma proporção ideal de carboidratos, proteínas ou gorduras para pessoas com diabetes, e sua distribuição deve ser individualizada considerando padrões alimentares atuais, preferências e metas metabólicas. Diversos padrões alimentares podem ser eficazes no manejo do diabetes, incluindo a dieta Mediterrânea, DASH, com baixo teor de gordura, com restrição de carboidratos, vegetarianas e veganas. A recomendação é focar em aspectos comuns entre essas dietas, como consumo de vegetais sem amido, frutas inteiras, legumes, grãos integrais, nozes, sementes e laticínios com baixo teor de gordura, e minimizar o consumo de carne vermelha, bebidas adoçadas, doces, grãos refinados e alimentos ultraprocessados. Em relação às abordagens de planejamento alimentar, estudos indicam que não há diferença significativa na eficácia da contagem de carboidratos comparada a outros métodos como índice glicêmico e porções fixas de carboidratos. O método do prato para diabetes, que sugere dividir um prato de 9 polegadas em vegetais sem amido (metade), proteínas (um quarto) e carboidratos (um quarto), é uma abordagem prática e eficaz para muitos pacientes. Novas tecnologias, como aplicativos e monitorização contínua da glicose, podem facilitar o planejamento alimentar individualizado, diminuindo a necessidade de contagem precisa de carboidratos e permitindo abordagens mais personalizadas. A alfabetização alimentar e a numeracia em saúde são elementos importantes a serem considerados na escolha da abordagem de planejamento alimentar adequada para cada pessoa com diabetes. No próximo texto falaremos especificamente sobre carboidratos, proteínas, gorduras, sódio, alguns micronutrientes e álcool.  (disponível: https://doi.org/10.2337/dc25-S005) #nutrologiadeverdade #nutrologabauru #nutrologalaranjal #NutrologoBauru #NutrologoLaranjal #alimentaçãosaudável #alimentaçãoequilibrada

Carboidratos simples x complexos: qual a diferença?

Os carboidratos são uma das principais fontes de energia da nossa alimentação, mas nem todos são iguais. Eles podem ser classificados em simples e complexos, cada um com características e impactos distintos no organismo. Entender essas diferenças é essencial para fazer escolhas alimentares mais saudáveis e equilibradas. Carboidratos simples: Os carboidratos simples são formados por moléculas menores de açúcar, o que facilita sua rápida digestão e absorção pelo organismo. Isso resulta em um aumento rápido dos níveis de glicose no sangue, o que pode gerar picos de energia seguidos por quedas abruptas. Exemplos incluem: Açúcar refinado Mel Frutas (contêm frutose, mas também fibras que ajudam na absorção mais gradual) Leite e derivados (contêm lactose) Embora possam ser uma fonte rápida de energia, o consumo excessivo de carboidratos simples pode contribuir para problemas como resistência à insulina, aumento de peso e maior risco de doenças metabólicas. Carboidratos complexos: Os carboidratos complexos são formados por cadeias mais longas de açúcares, exigindo mais tempo para serem digeridos e absorvidos. Isso proporciona uma liberação gradual de energia, ajudando a manter os níveis de glicose no sangue mais estáveis e promovendo saciedade por mais tempo. Exemplos incluem: Grãos integrais (arroz integral, aveia, quinoa) Leguminosas (feijão, lentilha, grão-de-bico) Tubérculos (batata-doce, mandioca, inhame) Verduras e vegetais ricos em fibras O consumo adequado de carboidratos complexos é fundamental para manter a energia ao longo do dia, controlar o apetite e fornecer nutrientes essenciais ao organismo. Qual escolher?  A escolha entre carboidratos simples e complexos depende do contexto e dos objetivos individuais. Para uma energia rápida antes do treino, por exemplo, um carboidrato simples pode ser útil. No dia a dia, priorizar carboidratos complexos é a melhor opção para manter uma alimentação equilibrada e evitar oscilações de energia. O segredo está no equilíbrio e na qualidade dos alimentos escolhidos. Dê preferência a fontes naturais e minimamente processadas, ajustando sua dieta às necessidades do seu corpo e estilo de vida. #nutrologiadeverdade #nutrólogaembauru #nutrólogaemlaranjal #alimentaçãosaudável #alimentaçãoequilibrada

Psyllium: O que é e como essa fibra pode melhorar sua saúde

O psyllium tem ganhado cada vez mais destaque no mundo da nutrição por seus inúmeros benefícios para a saúde intestinal, controle do colesterol e saciedade. Mas você sabe exatamente o que é essa fibra e como usá-la corretamente? Neste artigo, vou te contar tudo sobre o psyllium e como incorporá-lo na sua rotina da melhor forma. O psyllium é uma fibra solúvel extraída da casca das sementes da planta Plantago ovata. Quando entra em contato com a água, ele forma um gel viscoso que auxilia no funcionamento do intestino e traz benefícios para a saúde metabólica. Essa fibra é amplamente utilizada em suplementos e produtos voltados para a saúde digestiva, além de ser um ingrediente versátil que pode ser adicionado a diversas preparações. Seus benefícios: Melhora o trânsito intestinal: O psyllium age como um regulador intestinal natural. Por ser uma fibra solúvel, ele absorve água e forma um gel que facilita a passagem das fezes, prevenindo tanto a constipação quanto a diarreia. Ajuda no controle da glicemia: Por retardar a absorção dos carboidratos no intestino, o psyllium pode ajudar a evitar picos glicêmicos, sendo um ótimo aliado para pessoas com diabetes ou que desejam controlar melhor seus níveis de açúcar no sangue. Contribui para a saúde do coração: Estudos indicam que o consumo regular de psyllium pode ajudar a reduzir os níveis de colesterol LDL (o “colesterol ruim”), melhorando a saúde cardiovascular. Aumenta a saciedade e auxilia na dieta: O gel formado pelo psyllium no estômago promove uma sensação prolongada de saciedade, ajudando a reduzir a fome entre as refeições e contribuindo para o controle do peso.   Como usar o psyllium? A recomendação geral de consumo é de 5 a 10g por dia (cerca de 1 a 2 colheres de chá), sempre acompanhadas de bastante líquido. Algumas formas de incluir o psyllium na alimentação são: Misturado com água, sucos ou vitaminas; Adicionado a iogurtes e mingaus; Incorporado em receitas de pães, bolos e panquecas para aumentar o teor de fibras. Atenção: Beba água! O psyllium absorve muita água, e se não houver hidratação adequada, ele pode ter o efeito reverso, causando constipação ao invés de melhorar o trânsito intestinal. Portanto, sempre beba bastante líquido ao consumi-lo! Quem deve ter cautela? Embora o psyllium seja seguro para a maioria das pessoas, alguns grupos devem ter atenção especial: Pessoas com dificuldade de engolir: O psyllium pode expandir na garganta se não for ingerido com líquido suficiente; Indivíduos com obstrução intestinal ou doenças inflamatórias intestinais graves; Portanto, o psyllium é um excelente aliado para a saúde digestiva, controle glicêmico e manutenção do peso, mas seu consumo deve sempre estar associado a uma boa ingestão de líquidos. Se você deseja melhorar sua alimentação e incluir mais fibras no dia a dia, essa pode ser uma ótima opção! Já experimentou o psyllium na sua rotina? Compartilhe sua experiência nos comentários! #nutrologiadeverdade # saúdeintestinal #nutrólogaembauru # nutrólogaemlaranjal

Sarcopenia: O que é e como prevenir a perda de massa muscular

A sarcopenia é a perda progressiva de massa muscular e força, que ocorre principalmente com o envelhecimento. Esse problema pode levar a limitações na mobilidade, maior risco de quedas e menor qualidade de vida. No entanto, existem formas eficazes de preveni-la e tratá-la. > Como diagnosticar a sarcopenia? O diagnóstico da sarcopenia é feito com base em três principais critérios: Baixa Força Muscular: Um dos primeiros sinais é a diminuição da força, avaliada pelo teste de preensão manual (handgrip strength). Redução da Massa Muscular: Exames como a bioimpedância ou a densitometria corporal (DXA) ajudam a quantificar a perda muscular. Baixo Desempenho Físico: Testes como a velocidade da marcha e o teste de levantar-se da cadeira podem indicar limitações funcionais. Se uma pessoa apresentar baixa força muscular e uma das outras alterações, o diagnóstico de sarcopenia pode ser estabelecido. > Como tratar e prevenir a sarcopenia? A prevenção e o tratamento da sarcopenia envolvem três pilares principais: Alimentação Adequada O consumo de proteínas de qualidade é essencial para a manutenção e ganho de massa muscular. Boas fontes incluem carnes magras, ovos, laticínios, peixes e leguminosas. Nutrientes como vitamina D e creatina também podem auxiliar na saúde muscular. Exercício Físico Regular O treinamento de força é a estratégia mais eficaz para combater a sarcopenia, pois estimula o crescimento muscular e melhora a funcionalidade. Atividades como caminhada e pilates também ajudam na mobilidade e prevenção de quedas. Estilo de Vida Saudável Evitar o sedentarismo, manter um sono de qualidade e reduzir o estresse contribuem para a manutenção da saúde muscular. > Impacto da sarcopenia na saúde Se não tratada, a sarcopenia pode comprometer seriamente a qualidade de vida. A perda de força muscular aumenta o risco de quedas, fraturas e hospitalizações. Além disso, a sarcopenia está associada a doenças crônicas, como diabetes e doenças cardiovasculares. Felizmente, com uma abordagem adequada, é possível evitar ou atenuar seus efeitos. O acompanhamento médico e a adoção de hábitos saudáveis fazem toda a diferença na manutenção da força e independência ao longo da vida. Se você ou alguém próximo está sentindo fraqueza muscular ou dificuldade em realizar atividades do dia a dia, procure um nutrólogo para avaliação e orientação adequada! #nutrologia #nutrologiadeverdade #desempenhomuscular #sarcopenia #saúdemuscular #nutrólogaembauru #nutrólogaemlaranjalpaulista

Ferro: um micronutriente essencial para a saúde

O ferro é um dos minerais mais importantes para o bom funcionamento do organismo. Ele desempenha um papel essencial no transporte de oxigênio pelo sangue e na produção de energia. No entanto, sua deficiência é uma das mais comuns no mundo e pode causar diversos sintomas que afetam a qualidade de vida. > Deficiência de ferro X Anemia ferropriva É importante entender que deficiência de ferro e anemia ferropriva não são a mesma coisa. A deficiência de ferro ocorre quando os estoques desse mineral estão reduzidos, mas ainda não afetam diretamente a produção de hemoglobina. Já a anemia ferropriva acontece quando a falta de ferro compromete a produção de hemoglobina, resultando em menor transporte de oxigênio no sangue. > Principais sintomas da deficiência de ferro: Fadiga Queda de cabelo Unhas fracas e quebradiças Palidez Baixa imunidade Dificuldade de concentração > Sintomas da anemia ferropriva: Palidez intensa Fraqueza Falta de ar Tontura Taquicardia > Tipos de ferro e absorção O ferro presente nos alimentos pode ser dividido em dois tipos: Ferro heme (Fe²⁺): É encontrado em alimentos de origem animal, como nas carnes vermelhas. Esse tipo de ferro é mais facilmente absorvido pelo organismo. Ferro não-heme (Fe³⁺): Está presente em alimentos vegetais, como feijão, lentilha, grão-de-bico, espinafre e beterraba. A absorção desse ferro é menor, mas pode ser otimizada com a presença de vitamina C na refeição. > Dicas para melhorar a absorção do ferro – Combine ferro com vitamina C: Alimentos ricos em ferro não-heme devem ser consumidos junto com fontes de vitamina C, como laranja, limão, acerola e morango. Exemplo: feijão com suco de laranja. – Evite inibidores da absorção: Café, chá preto, chá verde, leite e derivados podem dificultar a absorção do ferro. Evite consumir esses alimentos junto às refeições principais. – Prefira cozinhar em panelas de ferro: Isso pode aumentar a quantidade de ferro na alimentação, especialmente quando se cozinha alimentos ácidos, como molho de tomate. – Aposte em proteínas animais: Se possível, inclua carnes magras na alimentação, pois além de fornecer ferro heme, elas também melhoram a absorção do ferro não-heme. > Fontes alimentares de ferro Ferro heme: Carnes vermelhas, frango, peixes, fígado e ovos. Ferro não-heme: Feijão, lentilha, grão-de-bico, espinafre, couve, beterraba, tofu e quinoa. Fontes de vitamina C para potencializar a absorção: Laranja, limão, acerola, morango, kiwi, goiaba e pimentão. > Quando se preocupar com a deficiência de ferro? Se você sente fadiga constante, queda de cabelo frequente ou apresenta exames com ferritina baixa, é importante procurar um profissional para avaliação, especialmente um nutrólogo. A suplementação de ferro deve ser feita apenas sob orientação médica, pois o excesso pode ser tóxico e causar problemas gastrointestinais. Manter uma alimentação equilibrada e variada é a melhor forma de garantir bons níveis de ferro no organismo e evitar problemas de saúde. Priorize alimentos naturais, faça combinações estratégicas e cuide da sua nutrição! 💪🥗 #Ferro #Nutrição #Saúde #Suplementação #AlimentaçãoSaudável #DeficiênciaDeFerro #Nutrologiadeverdade

O que são alimentos FODMAP e como eles impactam sua saúde?

Você já ouviu falar em alimentos FODMAP? Embora o termo não seja tão conhecido, ele é muito relevante para quem sofre de desconfortos digestivos, como inchaço, gases ou síndrome do intestino irritável (SII). Neste artigo, vou explicar de forma simples o que são os FODMAPs, como eles afetam sua saúde e como ajustar sua dieta para melhorar o bem-estar. O Que São Alimentos FODMAP? FODMAP se refere à uma sigla em inglês, que significa “Oligossacarídeos, Dissacarídeos, Monossacarídeos e Polióis Fermentáveis”. Em outras palavras, são tipos de carboidratos que algumas pessoas têm dificuldade de digerir. Eles são encontrados em diversos alimentos, como: Frutas: Maçãs, pêssegos, melancia. Laticínios: Leite, queijos frescos, sorvete. Vegetais: Alho, cebola, couve-flor. Leguminosas: Feijão, lentilha, grão-de-bico. Adoçantes artificiais: Sorbitol, manitol.   Como os FODMAPs Impactam a Saúde Digestiva? Para muitas pessoas, os FODMAPs passam pelo trato digestivo sem problemas. No entanto, em indivíduos sensíveis, eles podem causar sintomas como: Inchaço e desconforto abdominal; Gases e flatulência excessiva; Diarreia ou constipação; Cólicas intestinais. Isso ocorre porque os FODMAPs são fermentados rapidamente por bactérias no intestino, produzindo gases. Eles também puxam água para o intestino, o que pode alterar o ritmo intestinal.   Quem Deve Reduzir o Consumo de FODMAPs? A dieta com baixo FODMAP é indicada principalmente para pessoas com síndrome do intestino irritável ou outras condições gastrointestinais funcionais. Estudos mostram que ela pode reduzir significativamente os sintomas, melhorando a qualidade de vida. No entanto, essa dieta não é necessária para todos e deve ser feita com orientação profissional.   Como Implementar a Dieta Low FODMAP? A dieta é dividida em três etapas: Restrição: Retirar alimentos ricos em FODMAP por algumas semanas. Reintrodução: Introduzir os alimentos gradualmente para identificar quais causam sintomas. Manutenção: Criar uma alimentação equilibrada e personalizada, evitando apenas os alimentos que provocam desconforto.   Entender os alimentos FODMAP e seus impactos é um grande passo para cuidar da saúde digestiva. Se você enfrenta sintomas gastrointestinais frequentes, vale a pena consultar um nutrólogo para investigação e diagnóstico, e posteriormente avaliar a necessidade de ajustes na sua dieta. Quer saber mais sobre como melhorar sua saúde intestinal? Agende uma consulta com um nutrólogo e descubra o que funciona melhor para você! #nutrologia #nutrologiadeverdade #nutrólogaembauru #nutrólogaemlaranjalpaulista

Guia completo para o Emagrecimento Saudável

Muito Mais que uma Questão de Estética O emagrecimento vai muito além da aparência. Para quem convive com a obesidade, ele está diretamente ligado à saúde, prevenção de doenças e melhoria na qualidade de vida. Mas, com tantas informações por aí, como escolher o caminho certo?  Este artigo foi pensado para você que quer dar o primeiro passo em direção a um futuro mais saudável. Vamos juntos? Compreendendo a Obesidade: O Primeiro Passo para a Mudança Antes de mais nada, é essencial entender o que é a obesidade. Ela é definida pelo acúmulo excessivo de gordura corporal e pode ser diagnosticada pelo índice de massa corporal (IMC) maior ou igual a 30. Mais do que um número, é uma condição que afeta múltiplos sistemas do corpo, aumentando o risco de doenças como diabetes tipo 2, hipertensão, apneia do sono e problemas articulares. O primeiro passo para o emagrecimento é reconhecer que a obesidade é multifatorial. Além de fatores genéticos, há influências ambientais, comportamentais e emocionais. Por isso, a mudança exige uma abordagem integrada e personalizada. Alimentação Saudável: Simples, Sustentável e Gostosa O mito das dietas rápidas ainda seduz, mas o segredo está em criar hábitos alimentares consistentes. Algumas dicas importantes: Priorize alimentos naturais: Legumes, verduras, frutas, grãos integrais e fontes magras de proteínas devem ser a base do seu prato. Evite industrializados: Alimentos ultraprocessados geralmente são ricos em calorias vazias e pobres em nutrientes. Controle as porções: Coma até se sentir saciado, não cheio. Inclua gordura boa: Fontes como abacate, azeite de oliva e castanhas ajudam no controle do apetite. A chave é buscar apoio profissional para estruturar um plano alimentar que respeite suas preferências e necessidades. Movimente-se: A Importância da Atividade Física A atividade física é indispensável no processo de emagrecimento. Não precisa começar com algo extenuante. Caminhadas, alongamentos e atividades prazerosas podem ser um excelente início. Aos poucos, é possível incluir: Exercícios de força para ganho muscular. Treinos aeróbicos para melhorar o condicionamento cardiorrespiratório. Atividades em grupo para maior motivação. O importante é encontrar algo que você goste e possa manter no longo prazo. Aspectos Psicológicos e Emocionais: A Mente Como Aliada O lado emocional muitas vezes é negligenciado, mas ele é fundamental. Comer por ansiedade, estresse ou tristeza é uma realidade para muitas pessoas. Aqui estão algumas estratégias: Busque suporte: Um psicólogo ou terapeuta pode ajudar a lidar com gatilhos emocionais. Mindful eating: Pratique a alimentação consciente, prestando atenção nos sabores, texturas e sinais de saciedade. Crie uma rede de apoio: Amigos e familiares podem ser grandes incentivadores.          5. Tratamentos Complementares: Quando Procurar Ajuda Médica Para algumas pessoas, apenas a combinação de alimentação e exercício pode não ser suficiente. Nesses casos, a ajuda médica é crucial. Opções incluem: Medicamentos: Podem auxiliar na redução do apetite ou no aumento da queima calórica, mas sempre sob supervisão. Terapias comportamentais: Programas estruturados para modificação de hábitos. Cirurgias bariátricas: Indicadas em casos mais graves e após avaliação criteriosa.   O Primeiro Passo é Seu Emagrecer é um processo que exige dedicação, paciência e apoio. Lembre-se de que cada pequena conquista merece ser celebrada. Comece hoje mesmo: escolha uma mudança que você possa implementar já. Um prato mais colorido, uma caminhada de 10 minutos ou até mesmo a decisão de buscar ajuda profissional. Que tal transformar sua saúde agora? Agende uma consulta e dê o primeiro passo rumo à sua melhor versão!

Quando procurar um nutrólogo?

Mas, afinal: o que faz um(a) médico(a) nutrólogo(a) e quando devemos procurá-lo(a)? Essas perguntas, por vezes, despertam algumas dúvidas nas pessoas e, para respondê-las adequadamente, traço aqui uma contextualização acerca da especialidade e da capacitação para se tornar médico(a) nutrólogo(a). A Nutrologia é uma especialidade médica reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina desde o ano de 1978 e, por definição, é responsável pelo diagnóstico, tratamento, orientação de prognóstico e prevenção de patologias nutricionais. Em outras palavras, a Nutrologia abrange questões relacionadas a doenças que podem ser influenciadas pela nutrição, como, por exemplo, obesidade, diabetes, hipertensão, doenças cardiovasculares e desnutrição. O nutrólogo realiza uma abordagem individualizada, considerando aspectos clínicos, sociais e culturais do paciente, e utiliza diferentes recursos, como medicamentos, planos alimentares, orientações sobre suplementação e mudanças de estilo de vida. Para se tornar médico nutrólogo, é preciso que, encerrados os 6 (seis) anos de graduação em Medicina, o profissional se dedique à residência médica de Nutrologia – que tem como pressuposto a conclusão prévia de residência em Clínica Médica (como é o meucaso) ou Cirurgia Geral -, ou que obtenha o título através de prova da ABRAN (Associação Brasileira de Nutrologia) 1 . O campo de atuação do médico nutrólogo, nesse contexto, é bastante amplo, podendo-se destacar o tratamento de:– Obesidade e sobrepeso;– Desnutrição;– Sarcopenia (diminuição da quantidade e da qualidade muscular);– Magreza constitucional;– Emagrecimento não intencional;– Diabetes;– Doença celíaca, SIBO e síndrome do intestino irritável;– Esteatose hepática não alcoólica (gordura no fígado);– Dislipidemias (distúrbios do colesterol ou triglicérides);– Transtornos alimentares (anorexia, bulimia, compulsão alimentar, TARE);– Pacientes oncológicos;– Deficiências nutricionais;– Intolerâncias alimentares;– Doenças inflamatórias (Crohn ou retocolite); Para além desse rol de doenças (que, como exposto, é apenas exemplificativo), o papel do médico nutrólogo ganha relevância em questões relacionadas ao acompanhamento de atletas profissionais e amadores, de pessoas adeptas às dietas veganas e vegetarianas, bem como avalições preventivas em geral, entre outros. É importante ressaltar, devido às – infelizmente – não raras vezes com que nos deparamos com isso atualmente, que procedimentos como “medicina ortomolecular”, “antienvelhecimento”, “ozonioterapia” e “modulação hormonal” não fazem parte do rol de atribuições do nutrólogo – e, mais do que isso, sequer são práticas respaldadas pela ciência e literatura médica consagrada. Dediquei-me mais de 10 (dez) anos ao estudo sério da Medicina e da Nutrologia, passando por instituições renomadas e estando em contato com referências da área, justamente para promover aos meus pacientes os cuidados de que realmente necessitam, com lastro científico e apoio nas boas práticas médicas. Serei muito feliz em atendê-lo(a)! Agende a sua consulta! 1 Para prestar a prova da ABRAN, existem requisitos próprios, como:1) Ter feito residência de Nutrologia, sendo que, as residências de Nutrologia disponíveis no Brasil (em 2024) são:-Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto (HCFMRP/USP) – Ribeirão Preto – SP há 2 vagas e com 2 anos de duração.-Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP) – São Paulo – SP há 2 vagas e com 2 anos de duração.-Hospital Israel Pinheiro: Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (IPSEMG) – Belo Horizonte – MG há 2 vagas e com 2 anos de duração.-Hospital de Clínicas – Porto Alegre – RS há 2 vagas sendo 1 para nutrologia do adulto e 1 para Nutrologia pediátrica. Ambas com 2 anos de duração.-Hospital Ernesto Dornelles – Porto Alegre – RS há 1 vaga e com 2 anos de duração.-UNIFESP – São Paulo – SP há 2 vagas para Nutrologia pediátrica e com 2 anos de duração.-IGESP – São Paulo – SP – Há 2 vagas para a residência em Nutrologia do Instituto Brasileiro de Estudos e Pesquisas de Gastroenterologia e Outras Especialidades (IBEPEGE) – 2 anos de duração. -Hospital Geral Roberto Santos – SESAS – Salvador – BA há 2 vagas e com 2 anos de duração.-Hospital Universitário Professor Edgard Santos – Salvador – BA há 2 vagas e com 2 anos de duração. OU 2) Ter feito estágio de Nutrologia reconhecido pela ABRAN, com carga horária de 5.760 horas ao longo de 2 anos ( CH: 2.880/anuais).  Os serviços credenciados pela ABRAN (em 2024) são:-Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual de São Paulo (IAMSPE) em São Paulo – SP Há 06 vagas e duração de 02 anos. Pré-requisito: 02 anos de formado até a data de início-Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP) em São Paulo – SP Há 02 vagas e duração de 02 anos. Pré-requisito: Residência de Clínica Médica ou Cirúrgica ou Medicina de família e comunidade.-Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto (HCFMRP/USP) em Ribeirão Preto – SP Há 02 vagas e duração de 02 anos. Pré-requisito: Qualquer residência prévia, ou título de especialista aprovada pela AMB-Hospital São Joaquim da Real e Benemérita Associação Portuguesa de Beneficência de São Paulo (BP) – São Paulo – SP Há 04 vagas e duração de 02 anos. Pré-requisito: 02 anos de formado até a data de início-IGESP – São Paulo – SP – Há 2 vagas para o Programa de treinamento em Nutrologia do Instituto Brasileiro de Estudos e Pesquisas de Gastroenterologia e Outras Especialidades (IBEPEGE) – 2 anos de duração.-Hospital Felício Rocho em Belo Horizonte – MG Há 05 vagas e duração de 02 anos. OU 3) Comprovar 4 anos de atuação em serviço de Clínica Médica ou Clínica cirúrgica  MAIS 4 anos de atuação em serviço de Nutrologia. Totalizando 8 anos. O Edital de 2023 deixou claro que os períodos não podem se sobrepor.

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