A vitamina D é essencial para muito mais do que a saúde dos ossos — ela participa do funcionamento do sistema imunológico, do metabolismo muscular, da regulação hormonal e até do humor.
Apesar disso, a deficiência de vitamina D é extremamente comum, mesmo em países ensolarados como o Brasil. O motivo? Nem sempre tomamos sol o suficiente (ou da forma certa) para garantir uma boa produção dessa vitamina.
Alguns grupos estão em maior risco de deficiência, e por isso devem ter a dosagem avaliada e, se necessário, corrigida:
– Pessoas com baixa exposição solar, seja por viverem em cidades com pouco sol, passarem muito tempo em ambientes fechados ou usarem protetor solar de forma constante.
– Indivíduos de pele escura, pois a melanina reduz a capacidade da pele de produzir vitamina D.
– Pessoas com obesidade, já que a vitamina tende a ficar “retida” no tecido adiposo.
– Aqueles em uso de medicações que aceleram o metabolismo da vitamina D, como fenobarbital, carbamazepina, dexametasona, rifampicina, entre outros.
– Pessoas com doenças crônicas (como diabetes, doença renal, distúrbios da paratireoide ou doenças hepáticas).
– Bebês de mães com deficiência durante a gestação.
– Gestantes e lactantes, por apresentarem maior demanda.
– Idosos, que produzem menos vitamina D pela pele com o passar dos anos.
– E também pacientes após cirurgia bariátrica, devido à menor absorção intestinal.
Manter níveis adequados de vitamina D é importante em todas as fases da vida — e isso envolve exposição solar segura, alimentação equilibrada e, em alguns casos, suplementação orientada por um médico.
👉 Se você se encaixa em algum desses grupos, vamos conversar e avaliar seus níveis para garantir que estejam dentro do ideal.
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